Durante o período pré-eleitoral, a
narrativa de parceria entre o governo do estado e a gestão Lula foi um dos
principais pilares de sustentação da administração local, sob o argumento de
que o alinhamento traria investimentos robustos para a infraestrutura e
transição ecológica no Pará. No entanto, com as cadeiras no Senado garantidas
para os próximos anos, o tom pragmático parece ter isolado as antigas bandeiras
partidárias.
Até o momento, nem o Palácio do Governo
nem as assessorias dos senadores eleitos se pronunciaram sobre a aparente
distância das pautas federais. Nos bastidores, o que se houve é sobre o "oportunismo eleitoral", enquanto aliados mais próximos tratam o
silêncio apenas como uma "fase de transição administrativa e foco nas
demandas internas do estado". O fato concreto é que, na tribuna e nas
ruas, a menção ao nome de Lula deu lugar a um reservado compasso de espera, ou seja, tanto Helder, Chicão e Hana, apanas se aproveitaram da situação...
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