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| Foto: Jornal Liberal 2ª Edição (19/10/2026) |
Os belenenses vivenciam um cenário
caótico e abusivo: de um lado, bairros inteiros sofrem com a falta crônica de
água, enquanto de outro, a eficiência do setor de cobrança da AEGEA permanece impecável,
negativando o CPF dos consumidores com faturas em atraso nos órgãos de proteção
ao crédito (SERASA e SPC).
Enquanto moradores do bairro do Guamá
enfrentam 25 dias ininterruptos de torneiras secas, e outros bairros já
acumulam mais de 90 dias sem uma gota d’água nas torneiras, as faturas mensais
continuam a ser emitidas e a chegar aos imóveis. A AEGEA cobra pelo serviço,
mas simplesmente não o entrega.
Quando pressionada por emissoras de
imprensa local – como TV Liberal, TV Record, SBT, dentre outras – a postura da
AEGEA (ÁGUAS DO PARÁ) é marcada pelo cinismo e por respostas genéricas. A
justificativa é sempre o mesmo script decorado: “O reabastecimento está
sendo providenciado e a normalização ocorrerá até o final do dia”.
Paralelamente ao colapso operacional da
AEGEA (ÁGUAS DO PARÁ), o cenário político desenha uma moldura de absoluto abandono
institucional. Passadas as eleições gerais do primeiro turno no Pará, o cenário
político mostra sua face mais conveniente, ou seja, a atual governadora, ao não
conseguir se eleger para o cargo majoritário, virou as costas para a crise dá
água, abandonando a população à própria sorte.
Helder Barbalho e Chicão também entraram
na onda da Hana Ghassan"de tirar o time de campo", após serem blindados por mandatos de
8 anos no Senado Federal.
A situação de Belém não é apenas uma
falha técnica de engenharia ou saneamento; é o reflexo do colapso ético entre
uma concessionária privada ineficiente e uma classe política que, uma vez
eleita, desliga-se das dores da população. Exigir água nas torneiras e o fim
das cobranças abusivas não é um favor, é o mínimo que se espera em um Estado Democrático
de Direito.

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