Vivemos em uma fase do capitalismo e das relações de consumo em que a mercadoria se tornou um fetiche. Compramos o que não precisamos para mostrar quem não somos a pessoas que não conhecemos.
É o espírito do nosso tempo: nosso “zeitgeist”. As rodas do capitalismo precisam girar para gerar capital, emprego e renda. Somos as engrenagens ou quem, cansado e taciturno, se esforça para deixa-las funcionantes dia e noite, sem parar.
É comum, portanto, que dentro deste contexto que reduz a vida ao consumo que associemos o tempo ao dinheiro; mas aqui propomos ao leitor, com o mote de tornar o consumo consciente, um olhar mais amplo sobre o assunto.
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