O princípio da insignificância tem origem decerto controversa, alguns entendem ter sido com o Direito Romano, o que não se demonstra verossímil, por tratar-se de um sistema estruturado pelas relações privadas, outros com os humanistas, ou até mesmo na Europa, pós Segunda Guerra Mundial, face as dificuldades econômicas enfrentadas. Fato é, independente do momento em que fora criado, foi sistematizado e ganhou relevância com Claus Roxin, na década de 1960, sob fundamentos de política criminal em sua obra “Política Criminal e sistema jurídico-penal”, a conceber que a tipicidade da conduta, em caso de danos de pouca importância, haveria de ser excluída quando a ofensa não causasse um injusto suficiente a lesar um bem jurídico patrimonial.
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