Desistir da vaga em um cargo público após ser nomeado, embora pareça ser ilógico, é algo muito comum hoje em dia, e se dá por vários motivos.
Seja porque o candidato já tomou posse em outro cargo mais bem remunerado, seja porque não deseja mais se mudar de cidade, ou, seja por qualquer outro motivo pessoal.
E isso tem um lado bom, pois tal desistência possibilita que o próximo candidato da lista de aprovados seja nomeado.
Mas, afinal, quando isso ocorre, a Administração Pública é obrigada a convocar o candidato seguinte?
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