O processo de defesa dos direitos dos empregados sempre se mostrou importante elemento social e político (DELGADO, 2011; RUSSOMANO, 2005). Remontando às épocas da Revolução Industrial, as demandas trabalhistas sempre se mostram ponto nevrálgico no processo de industrialização e aumento do capital circulante — seja por parte dos empregadores, seja por parte do Estado. Estas, contudo, acabam sempre resultando em uma piora na condição de vida e de trabalho de seus funcionários, impondo, não raramente, condições de trabalho que não promovam seu bem-estar e qualidade de vida (DELGADO, 2011).
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