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| Foto: RBA TV |
Há meses,
moradores de Belém e de outros municípios enfrentam a escassez crônica de um
recurso indispensável para a sobrevivência e a dignidade humana. O cenário de
torneiras secas motivou uma onde de protestos e forte repercussão na imprensa
paraense, evidenciando o esgotamento da população diante das respostas
genéricas e das promessas de normalização nunca cumpridas pela CONCESSIONÁRIA
ÁGUAS DO PARÁ/AEGEA.
Diante do
colapso e da inércia da ÁGUAS DO PARÁ, a esperança da população passou a se
concentrar no cenário político. A insatisfação do povo convergiu nas urnas em
torno das promessas de campanha do governador eleito, Dr Daniel Santos, que
prometeu rescindir o contrato com a ÁGUAS DO PARÁ/AEGEA e devolver o controle
dos serviços de saneamento e distribuição de água à COSANPA.
Portanto, a
situação do povo do Pará ultrapassa a esfera do debate político e se consolida
como uma URGÊNCIA HUMANITÁRIA E DE SAÚDE PÚBLICA.
Caberá ao novo
governador cumprir o compromisso de campanha e reestruturar o sistema de água e
esgoto, fiscalizar rigorosamente e garantir que os direitos dos consumidores
previstos no ordenamento jurídico saiam do papel. Somente assim será possível devolver
a dignidade aos lares paraenses e assegurar a eficiência de um serviço que é,
por natureza, vital.

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