quarta-feira, 28 de outubro de 2026

DR DANIEL SANTOS E O DESAFIO DE RESCINDIR O CONTRATO COM A ÁGUAS DO PARÁ / AEGEA

 

Foto: RBA TV

A crise no abastecimento de água em Belém e na região metropolitana continua refletindo uma grave violação dos direitos básicos dos cidadãos e coloca, mais uma vez, em dúvida a eficiência das concessões privadas de serviços essenciais, como é o caso da água.

Há meses, moradores de Belém e de outros municípios enfrentam a escassez crônica de um recurso indispensável para a sobrevivência e a dignidade humana. O cenário de torneiras secas motivou uma onde de protestos e forte repercussão na imprensa paraense, evidenciando o esgotamento da população diante das respostas genéricas e das promessas de normalização nunca cumpridas pela CONCESSIONÁRIA ÁGUAS DO PARÁ/AEGEA.

Diante do colapso e da inércia da ÁGUAS DO PARÁ, a esperança da população passou a se concentrar no cenário político. A insatisfação do povo convergiu nas urnas em torno das promessas de campanha do governador eleito, Dr Daniel Santos, que prometeu rescindir o contrato com a ÁGUAS DO PARÁ/AEGEA e devolver o controle dos serviços de saneamento e distribuição de água à COSANPA.

Portanto, a situação do povo do Pará ultrapassa a esfera do debate político e se consolida como uma URGÊNCIA HUMANITÁRIA E DE SAÚDE PÚBLICA.

Caberá ao novo governador cumprir o compromisso de campanha e reestruturar o sistema de água e esgoto, fiscalizar rigorosamente e garantir que os direitos dos consumidores previstos no ordenamento jurídico saiam do papel. Somente assim será possível devolver a dignidade aos lares paraenses e assegurar a eficiência de um serviço que é, por natureza, vital.

 

 

 

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