O que deveria ser um marco de progresso
tornou-se um aniversário amargo para uma população que ainda convive com falta
d´água nas torneiras, água de qualidade duvidosa e serviços prá lá de precários
e sem nenhuma fiscalização.
PROMESSA DE PAPEL, REALIDADE DE LAMA
Desde o início da concessão a promessa
escancarada aos quatro cantos era de universalização e eficiência. Contudo, o
cenário em bairros como Vila Nova, Itupanema, Pioneiro, Novo Horizonte, Beira
Rio, Vila do Conde, Vila dos Cabanos, dentre outros, além da sede do município,
é de total indignação.
As redes sociais estão repletas de
relatos de interrupções diárias e constantes no fornecimento de água, sem aviso
prévio e faturas com cifras astronômicas, em contraste com ausência do preciso
líquido nas torneiras, sem contar, é claro, com ruas esburacadas, cobrança de
esgoto onde ainda não há coleta do mesmo, cobranças indevidas.
Enquanto a “AEGE” com auxílio de vários
partidos políticos do Brasil e especialmente de políticos do Estado do Pará, se
consolida como a maior empresa privada de saneamento do país, a realidade em
Barcarena parece ter ficado estagnada na década passada. O padrão de qualidade
anunciado em relatórios para inglês ver, não ultrapassa os portões das estações
de tratamento e dos escritórios da Concessionária Águas de São Francisco.
Como não bastasse, a Concessionária leva
mais de 6 dias para atender chamados emergenciais e quando suas equipes
finalmente vão atender às solicitações dos consumidores como, por exemplo,
falta de água, o problema já foi sanado. Fica o dito pelo não dito e a reclamação
dos consumidores fica sem credibilidade, o que caracteriza uma estratégia da
Concessionária para desqualificar as reclamações e mascar os maus serviços
prestados aos consumidores.
Com a palavra, os senhores...

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