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| Foto ilustrativa/Google |
HÁ vários pacientes diabéticos em estado
grave ocasionado pela falta de medicamentos. A TV Record Belém veiculou matéria
na tarde desta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026 e cobrou resposta das
autoridades. O governo do Pará respondeu que o estoque dos medicamentos em
questão está 100% e a prefeitura de Vitória do Xingu atribuiu a falta dos
remédios ao Ministério da Saúde.
Como se observa, um empurram pro outro,
enquanto os que precisam dos remédios para sobreviver ficam a mercê da conveniência
política.
Embora a Constituição Federal de 1988
garanta a saúde como um direito de todos e dever do Estado, o desabastecimento
de insulina em Vitória do Xingu ultrapassa a falha administrativa na distribuição,
pois trata-se de uma crise humanitária silenciosa, que só vem à tona quando a
imprensa veicula matéria relacionada ao problema.
Tal situação, que pode ser previsível e
evitável, está causando dor e sofrimento diários aos pacientes diabéticos de
Vitória do Xingu. É inaceitável que com o país retomando a produção nacional de
insulina com objetivo de evitar a dependência externa, Vitória do Xingu, no
Estado do Pará, deixe seus pacientes diabéticos entregues à própria sorte.
Em suma: quando governos municipais se
transformam em satélites políticos, que gravitam em torno do executivo estadual
para perpetuar-se no poder e usufruir de privilégios concedidos aos
apadrinhados, quem sofre é a população.
Tal relação entre estado e municípios tem
como consequência é A MORTE SILENCIOSA DA POPULAÇÃO. Utilizar recursos e
convênios com o dinheiro do povo em troca de fidelidade política tem como consequência
a MORTE DOS ELEITORES, QUE OURTORGARAM O PODER ÀQUELES QUE PROMETERAM REPRESNTÁ-LOS.
SÓ FALTA CRIAR UMA FÁBRICA DE FARINHA PARA FORNECER COMO INSULINA (UMA ANALOGIA
COM A TEMÁTICA DE UMA NOVELA GLOBAL).

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